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domingo, 2 de junho de 2019

Crase: Veja as regras de quando usar

Quando devo usar Crase?

Obrigatoriamente há crase nas expressões que indicam horas ou nas locuções: à medida que, às vezes, à noite, dentre outras, e ainda na expressão: "à moda".
Exemplos: Sairei às duas horas da tarde.
  • À medida que o tempo passa, fico mais feliz por você estar no Brasil.
  • Quero uma pizza à moda italiana.

Como saber se devo empregar a Crase?

Uma dica é substituir a crase por "ao" e o substantivo feminino por um masculino, caso essa preposição seja aceita sem prejuízo de sentido, então haverá crase.
Exemplo: Fui à farmácia, substituindo o "à" por "ao" ficaria: "fui ao supermercado". Logo, o uso da crase está correto.

Quando o uso da Crase é facultativo?

  • Antes dos pronomes possessivos femininos minha, tua, nossa etc.: Nesses casos, o uso do artigo antes do pronome é opcional. Exemplo:
  • "Eu devo respostas à minha professora" pode ser facultado por "eu devo respostas a minha professora".
  • Antes de substantivos femininos próprios: Vale lembrar que, antes de nomes próprios femininos, o uso da crase é opcional, até porque o artigo antes do nome não é obrigatório. Exemplo: "José fez um convite à Mari". José fez um convite a Mari.
  • Depois da palavra até: Se depois da preposição até houver uma palavra feminina que admita artigo, a crase será opcional. Exemplo: "O grupo foi até à praça General Osório"; ou "O grupo foi até a praça General Osório".
  • Depois da preposição até. Ex: Foi até a porta - foi até à porta.
Crase: Veja as regras de quando usar

Quando não devo usar Crase?

  • Antes de palavras masculinas: Ex: Caminhava a passo lento.
  • Antes de verbos: Ex: Estou disposta a aceitar.
  • Antes de pronomes pessoais: Ex: Eu pedi a ela um vestido emprestado.
  • Antes de nomes de cidade (que não utilizam o artigo feminino). Ex: Irei a São Paulo no mês que vem.
  • Antes da palavra casa (quando tem significado do próprio lar). Ex: Fui a casa (lar) apanhar os documentos do carro.
  • Antes da palavra terra (quando tem sentido de solo). Ex: Depois de horas no barco, descemos aterra.  
  • Entre palavras repetidas. Ex: A funcionária atualizava a lista de presença dia a dia.
  • Os 12 mandamentos da Crase

Uma dica para lhe ajudar a entender a regra, é a famosa rima que segue:
  1. Diante de pronome, crase passa fome;
  2. Diante de masculino, crase é pepino;
  3. Diante de ação, crase é marcação;
  4. Palavras repetidas, crase proibida;
  5. A+ aquele, crase nele!
  6. Vou a, volto da: crase há!
  7. Vou a, volto de: crase pra quê?
  8. Diante de cardinal, crase faz mal;
  9. Quando for hora, crase sem demora;
  10. Palavra determinada, crase liberada;
  11. Sendo à moda de, crase vai vencer;
  12. Adverbial, feminina e locução, coloque crase, meu irmão!
Complete as frases com a ou à.

a)      Vou ........ escola e ........ feira.
b)      Devolva ........ ficha ......... atendente.
c)       Mostre-nos .......... calça que você ganhou.
d)      Peça desculpas .......... supervisora e vá .......... sala de aula.
e)      Você irá ......... reunião de pais?
f)       Entregue ............. prova ............ professora.
g)      O rapaz disse .............. namorada que voltaria tarde.
h)      ............. turma deu uma rosa .............. diretora.
2.       Complete as frases com aqueleàqueleàquelaàquelasàquelesaquelas.
a)      Entregou essa carta ................ moça.
b)      Refiro-me .............. meninas e não a essas.
c)       Pegue ................. envelopes e guarde-os na gaveta.
d)      Devolva as avaliações .................... candidatos.
e)      Você vai ........................ shopping?
f)       Chame .................... pessoas que estão aguardando na fila.
g)      Mostre ......................... senhora onde fica a loja de informática.
3.       Complete os espaços em branco com ou à.
a)      Meus parentes foram ....... Europa.
b)      Iremos ................ Recife no próximo feriadão.
c)       Gostaria de ir .............. Campina Grande e ............ João Pessoa.
d)      Não fui .............. festa de inauguração da loja.
e)      Os jovens querem ir ........ São Paulo.
f)       Há anos não vou .............. Floresta em Pernambuco.
g)      As famílias vão ................. missas dominicais.


sábado, 16 de fevereiro de 2019




                        Orações Coordenadas


O período simples e o período composto por coordenação.

Conceito:
Período simples é aquele constituído de uma só oração.
Período composto é o que apresenta duas ou mais orações.
Período composto por coordenação é aquele formado por orações independentes, que se chamam orações.
Oração coordenada assindética é aquela que não tem conjunção, e é justaposta à outra oração ou separada dela por vírgula.
Oração coordenada sindética é a que tem conjunção coordenativa que a liga a outra oração



                                   RESUMO DE ORAÇÕES COORDENADAS
     As orações coordenadas podem aparecer ligadas às outras sem conectivo( elemento de ligação), sem síndeto, sem conjunção. São as orações coordenadas assindéticas.
EX: Chegou,| gostou,| ficou para sempre.
1ª  oração: chegou- oração coordenada assindética
2ª  oração: gostou-  oração coordenada assindética
3ª  oração: ficou para sempre- oração coordenada assindética.

     As orações coordenadas podem aparecer ligadas às outras através de um conectivo (elemento de ligação), com síndeto, com conjunção. São as orações coordenadas sindéticas. Elas estabelecem uma relação de sentido com a outra oração e se classificam em:(aditiva,adversativa, alternativa, conclusiva e explicativa).
Aditiva-  ( e, nem, mas também, como também...) exprime ideia de adição, soma, acréscimo.
EXS: Não veio|nem telefonou.
          1ª oração: não veio- oração coordenada assindética
          2ª oração: nem telefonou- oração coordenada sindética aditiva.
       
        Adversativa- ( mas, porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto...) exprime ideia de oposição, contraste, ressalva.
EXS: A população quis falar ao prefeito,| mas não foi atendida.
          1ª oração: a população quis falar ao prefeito- oração coordenada assindética
          2ª oração: mas não foi atendida- oração coordenada sindética adversativa.
 
Alternativa-( ou,ou, ora, ora, já, já...) exprime ideia de alternância, escolha, alternativa.
EXS: Ora canta,| ora chora.
          1ª oração- ora canta- oração coordenada sindética alternativa.
          2ª oração- ora chora- oração coordenada sindética alternativa.

Explicativa- ( porque, que, pois- antes do verbo...) exprime ideia de explicação, motivo, razão.
EXS: Saia,| pois está me aborrecendo.
          1ª oração- saia- oração coordenada assindética
          2ª oração- pois está me aborrecendo- oração coordenada sindética explicativa.

Conclusiva- ( logo, portanto, por conseguinte, pois- depois do verbo) exprime ideia de conclusão.
EXS: Respiro,| logo existo.
          1ª oração: respiro- oração coordenada assindética
          2ª oração: logo existo- oração coordenada sindética conclusiva.




         
         


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Dicas


COMPLEMENTO NOMINAL OU OBJETO INDIRETO?

Lembremos que o objeto indireto é um termo preposicionado que completa o sentido de um verbo transitivo indireto.
Já o complemento nominal é termo preposicionado que completa o sentido de um nome.
Vejamos algumas análises:
Legenda
VTI – Verbo Transitivo Indireto
OI – Objeto Indireto
CN – Complemento Nominal
Exemplos:
a) Necessitamos de atenção.
VTI: Necessitamos
OI: de atenção
(Necessita de quê? “de atenção” completa o sentido do verbo “necessitar”. É, portanto, objeto indireto).
b) Temos necessidade de atenção.
Substantivo: Necessidade
CN: de atenção
(Necessidade de quê? “de atenção” completa o sentido do nome “necessidade”. É, portanto, complemento nominal).
c) Confiamos em ti
VTI: confiamos
OI: em ti
(Confiamos em quem? “em ti” completa o sentido do verbo “confiar”. É, portanto, objeto indireto).
d) Temos confiança em ti.

Substantivo: confiança
CN: em ti
(Confiança em quem? “em ti” completa o sentido do nome “confiança”. É, portanto, complemento nominal).


Revisão


                                      Resumo de Análise Sintática – 7º ano

                                                Classificação do Sujeito:




* Sujeito Simples: só apresenta um núcleo - Ex: A lavoura não desperta atenção dos governantes.

* Sujeito Composto: é formado por dois ou mais núcleos - Ex: A lavoura e a Pecuária não despertam a atenção dos governantes.

*Sujeito Desinencial: percebe-se o sujeito através da desinência do verbo - Ex: Iremos ao shopping amanhã.

* Sujeito Indeterminado: observar verbo na 3ª pessoa do plural ou na 3ª pessoa do singular mais a partícula se - Ex: Vive-se bem aqui.

* Oração Sem Sujeito: verbos que indicam fenômenos da natureza, verbo fazer indicando tempo passado, verbo ser indicando horas, verbo haver no sentido de existir e acontecer... Ex: Choveu muito hoje.

TIPOS DE PREDICADO
* Predicado Verbal: quando o verbo indica ação e seu núcleo é o próprio verbo
- Ex:     Ele comprou várias coisas.

* Predicado Nominal: quando tem um verbo de ligação e seu núcleo é o predicativo
 - Ex: Ela permanece quieta.

* Predicado Verbo-Nominal: quando tem um verbo de ação e um predicativo e seus núcleos são o verbo e o predicativo - Ex: O avião chegou atrasado.

PREDICAÇÃO VERBAL
* Verbo transitivo: pede complemento (objeto)
* Verbo Intransitivo: não pede complemento
* Verbo de Ligação: indica estado ou qualidade ao sujeito ou ao objeto
* Verbo Transitivo Direto: pede complemento e não tem preposição - Ex: Comprei uma casa na praia.
* Verbo Transitivo Indireto: pede complemento e tem preposição - Ex: Gosto de ovos fritos.
* Verbo Transitivo Direto e Indireto: pede dois complementos: um direto e outro indireto - Ex: Comprei flores para você.

ADJUNTO ADNOMINAL
* Funcionam como adjuntos adnominais as seguintes classes gramaticais:
- Artigo
- Numeral
- Pronome
- Adjetivo
- Locução Adjetiva - Sempre acompanhando um substantivo.

PREDICATIVO DO SUJEITO E DO OBJETO
* São palavras que indicam estado ou qualidade ao sujeito ou ao objeto. Atenção: andar, tornar-se, parecer, permanecer, continuar, tornar-se, estar... podem funcionar como verbo de ligação.
APOSTO
* Como se diz o próprio nome, é o nome que se opõe a outro termo para especificá-lo, esclarecê-lo, ampliá-lo ou resumi-lo (especificativo, enumerativo, explicativo e resumitivo).
VOCATIVO
* É um termo de interpelação ao interlocutor. É um termo de "chamamento" - Ex: Senhor Presidente, não vês que o país está sendo invadido?


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019


                             Testando o conhecimento
1.      Com o novo acordo, quais letras passam a integrar o alfabeto da língua portuguesa nos países que compõem a CPLP?

2.      A regra anterior, para acentuação no português do Brasil, determinava que se acentuassem todos os ditongos abertos (“éu”, “éi”, “ói”), como acontecia em assembléia, céu ou dói. Assinale a opção em que as palavras que apresentam ditongo aberto estão acentuadas corretamente, tendo em vista o novo acordo, e justifique a sua escolha explicitando a nova regra.
a.       assembleia, doi, ceu.
b.      assembléia, doi, ceu.
c.       assembléia, doi, céu.
d.      Assembleia, dói, céu.
e.       Assembléia, dói, céu.

3.      Assinale a única opção correta, segundo o uso do acento circunflexo e de acordo com a nova regra. Justifique sua escolha.
a.       Pôde.
b.      Pêra.
c.       Crêem.
d.      Enjôo.
e.       Pêlo.

4.      De acordo com a nova ortografia, assinale a opção que apresenta todas as palavras grafadas corretamente. Em seguida, justifique sua escolha.
a.       bússola, império, platéia, pólo, Panamá
b.      bússola, império, plateia, polo, Panamá
c.       bussola, imperio, plateia, polo, Panama
d.      bússola, imperio, plateia, polo, Panamá
e.       bussola, imperio, plateia, pólo, Panamá

5.      Tendo em vista a nova grafia quanto ao uso do hífen, assinale a opção correta. Justifique a sua escolha.
a.       Co-autor, anti-social e micro-ondas
b.      Coautor, antissocial e microondas
c.       Co-autor, antissocial e micro-ondas
d.      Coautor, anti-social e microondas
e.       Coautor, antissocial e micro-ondas




terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Acordo ortográfico

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi elaborado há 18 anos e só agora sai do papel para ser adotado a partir do ano que vem. O objetivo dessa reforma é sincronizar a ortografia de todos os países que falam português, acabando com as diferenças existentes entre eles.

Esse acordo atinge todos os países da Comunidade de de Países de Língua portuguesa, e já foi ratificado por Brasil, Portugal, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Os demais países que ainda não ratificaram o acordo, na teoria, não fazem muita diferença e serão obrigados a usar o nova ortografia, uma vez que basta a assinatura de três integrantes da comunidade para se adotar uma mudança.

No Brasil,  a partir de 2009, será adotada a nova ortografia e, entre 2010 e 2012, será o período de transição, onde tanto a ortografia antiga quanto a nova serão aceitas e, a partir de 2012, somente a nova ortografia será aceita.

        Mudanças da nova reforma ortográfica
As mudanças previstas pelo Novo Acordo Ortográfico, assinado pelos países lusófonos em 1990, começam finalmente a vigorar, em tese.
A mídia de certo modo o apresenta como uma unificação da língua portuguesa, entretanto, essa reforma não interfere na língua, visto que nem poderia, pois ela não é passível de alterações por decretos, leis e acordos, portanto, o Novo Acordo apenas unifica a ortografia. Assim, a língua permanece a mesma, o que muda é a ortografia de algumas palavras, isto é, a maneira de grafar algumas delas.
Dentre os objetivos da mudança na ortografia está a intenção de melhorar o intercâmbio entre os países que falam a língua portuguesa; reduzir os custos financeiros com a produção e tradução de livros; facilitar a troca bibliográfica e tecnológica; aproximar os países de língua portuguesa.
Para os brasileiros as mudanças que ocorreram são poucas e atingem algumas regras de acentuação das palavras e de uso do hífen.

ACENTUAÇÃO

A)  O TREMA deixa de ser usado:
Palavras como lingüiça, cinqüenta e tranqüilo passam a ser escritas como linguiça, cinquenta e tranquilo;
B)  Não se acentua mais com acento circunflexo as duplas OO e EE:
Palavras como enjôo, vôo, lêem e crêem passam a ser escritas como enjoo, voo, leem e creem.
C)  Os ditongos abertos ÉI ÓI das palavras paroxítonas deixam de ser acentuados:
Palavras como idéia, platéia, paranóico e jibóia passam a ser escritas como ideia, plateia, paranoico e jiboia.
D)  Quando precedidos de ditongo, nas palavras paroxítonas, o acento agudo no I e no U tônicodeixam de existir:
Palavras como feiúra e baiúca passam a ser escritas como feiura e baiuca.
E)  Não se acentua mais as formas verbais do U tônico precedido de G ou Q e seguido de E ou I:
Palavras como averigúe e apazigúe passam a ser escritas como averigue e apazigue.
F)  O acento agudo ou circunflexo usado para distinguir palavras paroxítonas que são homógrafasdeixa de existir, portanto, deixam de se diferenciar pelo acento:
·         para (verbo parar);
·         para (preposição);
·         pela (substantivo e flexão do verbo pelar);
·         pelas;
·         polo;
·         pelo (flexão de pelar);
·         pelo (substantivo);
·         pera (substantivo, fruta);
·         pera (substantivo arcaico, pedra, e pera, preposição arcaica).

HÍFEN
O hífen é um sinal de gráfico mal sistematizado na língua portuguesa e, para isso, o Novo Acordo tentou organizar seu uso com regras que tornam mais racional e simples a sua utilização.
Nas palavras formadas pelo processo de prefixação, só se usa o hífen quando:
·         O segundo elemento começa com h: super-homem, subhumano;
·         O prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com a mesma vogal: micro-ondas, auto-observação;
·         O prefixo é pré-, pró-, pós-: pré-fabricado, pós-graduação, pró-reitor;
·         O prefixo é circum- ou pan- e o segundo elemento começa com vogal, h, m ou n: circum-mediterrâneo, pan-helenismo, pan-americano.
Não há hífen quando:
·         O segundo elemento começa com s ou r, assim, essas consoantes deverão ser duplicadas: antirrugas, antissemita, minissaia, microssistema.
·         Quando prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente: antiaéreo, hidroelétrica, autoescola, extraescolar.
Para mais detalhes sobre a utilização do hífen, consulte o artigo Uso do Hífen (Novo Acordo Ortográfico).
OS CASOS DAS LETRAS K, W, Y
As letras k, w, y agora estão incluídas em nosso alfabeto, que passa a ter 26 letras. O Acordo apenas estabeleceu a sequência delas na listagem alfabética, logo, o k vem após o j, o w depois do v e o y após o x.
Para mais detalhes sobre como ficou o alfabeto brasileiro após a Reforma Ortográfica, consulte o artigo Alfabeto Brasileiro (Novo Acordo Ortográfico).
LETRAS MAIÚSCULAS
O uso obrigatório das letras maiúsculas foi simplificado, portanto, elas se restringem:
·         A nomes próprios de pessoas, lugares, instituições e seres mitológicos;
·         A nomes de festas;
·         À designação dos pontos cardeais;
·         Às siglas;
·         Às letras iniciais de abreviaturas;
·         E aos títulos de periódicos (jornais).
Agora é facultativo usar a inicial maiúscula em nomes que designam áreas do saber (português, Português), nos títulos (Doutor, doutor Silva; Santo, santo Antônio) e nas categorias de logradouros públicos (Rua, Rua do Sorriso), de templos (Igreja, igreja do Bonfim) e edifícios (Edifício, edifício Paulista).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FOREQUE, Fernanda Odilla Flávia. Governo adia novo acordo ortográfico para 2016. Folha de S. Paulo, Brasília, 20 dez. 2012. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1204152-governo-adia-novo-acordo-ortografico-para-2016.shtml >. Acesso em 11 mar. 2013.
FARACO, Carlos Alberto. Novo Acordo Ortográfico. Disponível em: < http://www.parabolaeditorial.com.br/downloads/novoacordo2.pdf >. Acesso em 11 mar. 2013.
SANTOS, Vera Lúcia Pereira dos. Novo Acordo Ortográfico. Disponível em: < http://sejaetico.com.br/index.php>. Acesso em 11 mar. 2013.